A Câmara Municipal de Estremoz disponibilizou à população pontos de recolha de óleos alimentares usados (resultantes da fritura de alimentos), oleões. A população pode agora utilizar estes equipamentos para a deposição de óleo alimentar usado. Esta deposição deve ser feita em garrafa de plástico devidamente fechada. Com este pequeno gesto a população contribui para evitar graves problemas de poluição (nas águas e no solos), entupimentos e danos nas tubagens dos edifícios e distúrbios no normal funcionamento das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR´S). Resultante de uma parceria entre a GESAMB e a Câmara Redondo, foram igualmente colocados na sede destes concelho os primeiros oleões. Promover atitudes responsáveis na preservação do meio ambiente, evitando a poluição das águas e dos solos são alguns dos principais objectivos dos parceiros.
O Auditório Municipal de Reguengos de Monsaraz vai receber hoje à noite a música do mundo da Banda da Parakuka. Organizado pelo município, este espectáculo vai celebrar os ritmos de África através de quatro músicos angolanos que têm integrado vários projectos de música africana e de música do mundo, actuando com nomes como Dany Silva, Cesária Évora, Tito Paris, Duo Ouro Negro, entre outros.
O plano de actividades e o orçamento da Câmara de Évora para este ano foram aprovado quarta-feira à noite. Os documentos, que ascendem a 81 milhões de euros, são caracterizados pelo presidente da município, José Ernesto Oliveira, como "rigorosos e ambiciosos". “É de rigor porque a situação financeira que os municípios em geral passam obriga a que a gestão da coisa pública seja feita com muita atenção, pragmatismo e com uma definição clara das prioridades e dos objectivos”, afirmou o autarca. Por outro lado, acrescentou, “é de ambição porque, apesar da situação difícil, é preciso não abrandar o nível de investimento e a dotação de infra-estruturas necessárias”. Por sua vez, o vereador comunista Eduardo Luciano afirmou que “a receita de 81 milhões é perfeitamente irrealizável”, explicando que o orçamento, proposto pelo executivo socialista, admite gerar receita com a venda de terrenos do município. “Não se percebe como é que, num momento de grande crise, se vendem terrenos”, questionou. O vereador da CDU sustentou ainda que este orçamento “tenta tapar as dificuldades financeiras da câmara e que não reflecte qualquer ambição e proposta credível para o território”. Já o vereador do PSD António Costa Dieb frisou que o plano de actividades e o orçamento para este ano não satisfazem, explicando a abstenção na votação com a necessidade de “assegurar o normal funcionamento da instituição”. “Um orçamento acima de 80 milhões de euros, tendo em conta o histórico de receita do município, é incomportável”, considerou o vereador social-democrata, destacando a redução de 83 milhões (proposta inicial) para 81 milhões de euros. “Nós propusemos que o orçamento de despesa andasse na ordem dos 50 milhões. Apesar do nosso esforço e de um sinal positivo que foi dado, é manifestamente insuficiente”, afirmou. O plano e o orçamento da autarquia receberam contributos do vereador do PSD, entre os quais a instalação de um balcão único municipal e a criação de um portal ambiental na Internet. Os documentos foram aprovados graças ao voto de qualidade do presidente da autarquia, já que os três vereadores do PS votaram a favor e os três vereadores da CDU contra, tendo o único eleito do PSD optado pela abstenção.
O livro “Os Comboios em Portugal – Volume V”, da autoria de José Ribeiro da Silva, com fotografias de Manuel Ribeiro e do Arquivo da CP, é apresentado hoje na Biblioteca Pública de Évora. O quinto e último volume é dedicado ao Sul e a Évora, uma linha que começou por ligar apenas a Casa Branca a Évora em 1863 e que ficou completa em 1905, quando se estendeu até Vila Viçosa. Naquela altura permitiu à família real passar mais temporadas no Palácio de Vila Viçosa, encurtando assim o tempo de viagem. Hoje em dia a linha está parcialmente desactivada. A apresentação do livro decorre pelas 18 horas.
A edição deste ano da Volta ao Alentejo em bicicleta foi suspensa devido a dificuldades financeiras, indicou o conselho directivo da Associação de Municípios do Distrito de Évora, organizadora da prova. A associação adiantou que redobrou, nos últimos dias, "os esforços para encontrar uma solução para a edição de 2010", mas "não foi possível chegar, para já, a uma solução, nem no quadro da região, nem com o apoio de outras entidades no país". "Fomos, por isso, forçados a solicitar à Federação Portuguesa de Ciclismo a suspensão da prova em 2010", indicou a associação, concluindo esperar que "nos próximos meses seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da "Alentejana" já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo".
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